Grupo VISSUNGO – Occupy Clube BOLA PRETA em Dezembro!
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Grupo VISSUNGO na SOUL de SANTA!
Grupo Vissungo & Festa Makula na Soul de Santa
20 de agosto, 23,30 hs. Alto da Lapa Santa – Rua Joaquim Murtinho 654, Santa Teresa, Rio
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Grupo Vissungo e Grupo Maria Déia: O futuro de novo
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Tem jeito não: As sombras do Passado sempre se dissipam com as luzes do futuro
Vejam o emocionante e.mail que acabam de me repassar:
” Em 21/06/11 05:18, allguitars escreveu: “Caros amigas e amigos do Memorial Lélia Gonzalez, O Grupo Vissungo de jurassico nunca teve nada! Nao imitavam Stevie Wonder nem Bob Marley quando outros, que nunca se importaram com a identidade negra, preferiram uma alternativa comercial gringa colorida velha associada ao “desbunde”, segundo a vontade das multinacionais!
O Grupo Vissungo tinha os olhos e ouvidos no futuro – Antonio Espirito Santo e seus companheiros sao verdadeiros herois da cultura negra brasileira, quando disserem esses nomes tirem o chapéu!
Aqueles musicos foram capazes de salvar memorias importantissimas e inseri-las em composiçoes de perfil muito avançado para a época, onde a imprensa mentia e a maioria dos jornalistas da critica (assim como os intelectuais financiados pelos orgaos oficiais para “escrever” a historia da Musica Brasileira) nao sabia distinguir um acorde de la’ menor de um outro de do’ maior.
Distante milhares de quilometros do Brasil sinto a grande emoçao de ver o retorno do Grupo Vissungo à cena musical. Um abraço aos colegas do Grupo Vissungo!”
Maestro Alberto Chicayban ex-Grupo Maria Déia
Udine – Italia”
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Me lembro claramente dos shows que fizemos em mil novecentos e setenta e tal com o duo (que para mim era um trio) Grupo Maria Déia no Teatro Guaira em Curitiba. Éramos, os dois grupos de jovens musicos, referencias e exemplos do que havia de novo e promissor na música popular do Brasil no meio das então ‘feras’, ‘monstros sagrados’ de nossa tão criativa MPB, como Ivan Lins, Gonzaguinha, João Bosco, Aldir Blanc, envolvidos e organizados nós todos em torno da SOMBRAS, entidade que promovia shows Brasil afora numa encarniçada luta pela moralização dos direitos autorais no Brasil, luta que culminou com a criação do, infelizmente hoje famigerado ECAD.
O grupo Maria Déia (Chico de Oliveira e Alberto de Castro Chicayban) de que eu me lembro, propunha uma música nordestina com sabores modernos, algo judaicos, bascos-brasileiros, árabe-ibéricos, algo assim tão indefinível e inusitado para as platéias de então, quanto o som do seu irmão Grupo Vissungo, que de sua parte fazia uma abordagem musicalmente não menos moderna, da música negra mais afundada nos recônditos cafundós dos preconceitos de nossa arcaica e recorrente cena musical comercial daquele Brasil de chumbo.
O Vissungo fazia – e faz – música negra em vários sentidos, africana, lusa, rural, urbana, diaspórica, universal, não menos impregnada em nós, em nossas origens e nossa descendencia, a ser traduzida em modernidade para escapar das amarras do folclorismo paralisante que mantinha – e de certo modo ainda mantém – a rica musica dos negros do Brasil, ora no gueto escuro das cozinhas e terreiros ‘para inglês ver’, ora no também gueto dos norte americanismos fake-pops do mainstream de ocasião.
Musica de negros para todos.
O bom e velho amigo Alberto Chicayban fala, portanto do que viu e viveu, daquela nossa vontade – agora quase imortal – de sacudir a mediocridade que, jovens de então, nos sufocava e inspirava uma música sem fronteiras bobas. Bom demais saber que velhos na idade – a terceira já de nossas vidas – ainda somos os mesmos jovens e não vivemos submissos como nossos pais (e muito menos como nossos filhos). Muito além dos sabiás, bom demais saber que a juventude gorgeia como passarinhos em nós – como lá – aquelas mesmas canções de um futuro cheio de palmeiras e franca liberdade.
Abraço caloroso no Alberto Chicayban!
Spírito Santo
Junho 2011, Brasil
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Grupo Vissungo:Próxima quarta feira no Humaitá!
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Grupo Vissungo na festa Erasmus!
Grupo Vissungo na festa Erasmus!
O grupo Vissungo é a banda da vez e fazem ecoar a verdadeira Música Negra Moderna trazendo a mistura da brasilidade com tempero africano. Conheça mais sobre o “universo” Vissungo !!!
http://grupovissungo.wordpress.com/ficha-tecnica-a-rapaziada/
Venha descobrir todos os sabores e mistérios africanos!!!
Resumão:
- Rodadas de jelly shots em dobro durante a noite toda!
- Rodadas de petiscos africanos!
- Dose dupla de caipirinha até 1 da manhã!
- Show do grupo Vissungo!
- VIPs para os primeiros 20 africanos que chegarem!
E os DJs desta vez são:
Pista 1
Narayan – rock/indie
Convidada ESPECIAL: Leticia V. (Candy Party) – Pop
Pista 2
Gustavo Benjão , Lucio Branco e Zé McGrill (Festa Makula)
Aniversariantes ganham 2 VIPs, para mais informações: aniversario@casarosa.com.br
Preços
R$15 com nome na lista amiga até meia noite
R$20 após meia
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Grupo Vissungo no Teatro Odisseia!Copie o flyer e cole no seu mailing!
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Grupo Vissungo no CULTNE 1988
Grupo Vissungo: “Los 60″
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Grupo Vissungo renasce na Lapa – Candombe para Gardel (de Ruben Rada)
Show histórico de renascimento (ou ressureição, sei lá) do Grupo Vissungo, criado em 1974, aposentado em 1995 e retornado agora, no Multifoco, livraria e casa de shows na Lapa em 19 de Março de 2011.
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Grupo Vissungo na Lapa
Black banda jurássica, dos anos 70 em fase de ressuscitação!
http://grupovissungo.wordpress.com/
Criado entre 1974 e tocado até 1996 pelos irmãos Spírito Santo e Lula Espírito Santo, o Grupo VISSUNGO teve sua carreira, profundamente marcada por uma longa estada na Europa (Itália e Áustria) – mais precisamente entre 1989 1993.
O grupo surgiu com a proposta de fundir a música negra tradicional do Brasil -principalmente os cantos de trabalho de negros escravos mineradores de Diamantina, Minas Gerais -‘vissungos’- originada de Angola), vaga herança musical familiar dos dois irmãos – com a música africana de ‘intervenção’ (de ‘protesto’) grande voga na década de 1970 na África colonial portuguesa, trilha sonora das lutas de libertação, além de diversos outros gêneros afins da África do Norte, abrigados sob o rótulo ‘Juju Music’ (‘High life’, etc.) e que tanto sucesso tiveram no continente europeu nos anos 80, por força do fluxo cultural em mão dupla entre a Europa e suas ex-colônias, formidável fenômeno musical que acabou redundando no chamado ‘Afro-Beat’.
Na época, a proposta do grupo não foi bem absorvida pelo mercado fonográfico ou mesmo devidamente compreendida pela crítica e pela comunidade musical brasileira, mais voltadas para a defesa, sem nuances, da preservação de formas culturais pretensamemente “puras” ou, então, da pura e simples assimilação do pop internacional.
Deu-se por estas razões o inevitável “exílio” do grupo.
Formação:
Spirito Santo – Vocal, marimba e kalimba eletrônica
Lula Espírito Santo – Violão e vocal
Samuka de Jesus – Percussão e vocal
Reinaldo Amâncio – Guitarra
Jahir Soares – Bateria
Leri Machado – Baixo
Júnior Crispim – percussão
Carlos Codó – In memorian
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